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Guerra e Paz (2026) e bicadas em outros assuntos
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E há botões, acredita-se que, se apertados, saturam o
mundo de artefatos atômicos. O que sobra? Sobra?
E Leon Tolstoy escreveu
"Guerra e Paz" e, por falar em guerra, há livro de 1936, de Aldous Huxley, “Sem
olhos em Gaza”, logo há 89 anos. E continuam guerras em Gaza e se acabar,
quando acaba? E morre gente, gente chora e passa fome. Esse passa fome há em
todos os locais do planeta e em uns poucos países não há fome. Esta gente que
governa não tem religião, não cultua o amor, não olha nos em volta? E lembro
de música que dizia “era um garoto, como eu, que amava os Beatles e os Rolling
Stones. Em seguida ruídos de metralhadoras. Logo mortes. Música antiga. E
guerras são mais antigas e quando começou a primeira – quem sabe? Como se
morre nas guerras e se morre mal. Sei, se há uma vida, há morte. Sei, paro por
aqui e quem quiser e tiver coragem, vá a explicações, ainda que talvez
subsistam tênues dúvidas. E, pensar em guerra, faz mal, ainda que, vejam só
para exemplo, nas belezas Rio de Janeiro - Brasil há mortes por guerras
urbanas. Terra brasilis bonita e se Cabral não disse que “em tudo se plantando
dá”, avisou a El Rei que a terra achada, tinha muitas águas. E na carta de
02/05/1500, Dom Pero Vaz de Caminha pedia a El Rey favor pessoal. Cabral nem
chegou a voltar ao “jardim da Europa à beira mar plantado”, que morreu na
viagem de volta. A carta só foi achada nos documentos da Torre do Tombo, em
Lisboa, 1851. Será que El Rei brindou o capitão da frota vitoriosa com o
pedido. feito na carta de achamento do Brasil? Dúvida histórica. E como se
guerreou em priscas eras pelas colônias! Até o Rio de Janeiro tem notícias de
escaramuças e mortes nas terras cariocas. E as colônias precisavam de mãos
trabalhadoras? Solução? Iam à África e traziam escravos. Caçavam escravos!
“Estamos em pleno mar” e o poeta Gonçalves Dias contou as agruras da viagem
dos escravos. Maldades! E nas novas terras nasceu também o racismo. Tudo dá
música e vou a duas entre milhares de repúdio ao racismo. Uma nacional
“Tributo a Martin Luther King” (R. Boscoli/W. Simonal) e a trágica canção
“Strange fruit” de Abel Meeropol (pseudônimo do poeta Lewis Allan), na voz
doída, rascante, de Billie Holiday. Hino escrito pelo poeta e os frutos
estranhos eram corpos de negros pendurados em árvores pela KKK. E, como
determina o título da crônica, chegamos a 2026. O mundo com tantos inventos
evoluiu? Nos resultados finais há dúvidas, posto que, dizem e com fundadas
razões, que há botões, que, se apertados, podem acabar com o mundo. Será? E
que fazer para que os referidos botões não sejam apertados? E há botões,
lindos, que, se mexidos, abrem vestes e aparecem belezas femininas
inenarráveis. Vide Ava Gardner, ou Ana Paula Arósio. Lista enorme de belas e
as citadas são apenas exemplos. E chegamos ao jogo de botões. Havia botões
feitos até de cascas de coco, ou botões de roupa, grudados com piche e os de
minha geração muito jogaram e fizeram botões. Havia campeonatos. Não fui
jogador hábil, mas fazia botões excelentes. Hoje os há de plásticos,
estereotipados e, ao meu ver, lá se foi um pouco do encanto do jogo de botões.
Fazer o botão Era uma arte. Jogos eram verdadeiras guerras, guerras amenas,
que o perdedor ia tentar melhorar seus botões e pedir forra. Hoje, estamos em
2026, se determinado botão for apertado...
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pdaf35@gmail.com
Pedro Franco é médico cardiologista, Professor Emérito UNIRIO. 634
prêmios literários, sendo 25 fora do Brasil; 28 livros publicados/ Em Medicina,
105 publicações. E bisavô. contista, cronista, autor teatral
Conheça um pouco mais de Pedro Franco
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Direção e editoria Irene
Serra

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