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CDs com músicas preferidas, etc (II) |
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8 – “I´ve I got you under my skin”, canta Ella
Fitzgerald, cantora da preferência de MH. Música de Cole Porter, o mais
carioca dos autores americanos do Norte e nem me falem em Trump, 2025! 9 -
Nostalgias. Gosto muito de alguns tangos. MH e eu íamos alegres aos boleros,
que vêm depois um tango. Respeitámos os dançarinos e só olhávamos. Não era
nossa praia. E “Quiero emborrachar my corazon”. Gosto de outro tango,
Corrientes 348, no segundo piso, onde um gato de porcelana apreciava o amor.
Legal e não miava. Em tango temos o “Dá-lhe Rigoni”. É o grito entusiasmado
que das tribunas parte. Luiz Rigoni, talvez o melhor jóquei brasileiro. E
temos um tango de Lupicinio Rodrigues, “Desta vez eu vou brigar com ela”,
magnificamente cantado por Cauby Peixoto. Tango, autor gaúcho e Cauby –
ótimos. 10 – “Meiga presença” – Elizete Cardoso. Há crônica na Revista Rio
Total, nos meus arquivos, dedicada à Divina. 11- "Fotografia", vale a
mesma nota sobre crônica na Rio Total. "Fotografia" é das músicas do Tom mais
gravadas em todo o mundo. "Aquele beijo". Ótima, no piano e voz de Dick Farney
(Farnézio Dutra). Que músico maravilhoso. 12 – "Outubro". Esta música me
apresentou ao Grupo Mineiro, onde brilha Milton Nascimento e muitos outros,
inclusive o poeta Fernando Brandt e poria lista enorme de nomes. Ouso dizer
que MN foi a voz brasileira mais linda. Muito já escrevi sobre o Grupo Mineiro
e MN Voz de anjo. 13 – "C´est ma vie". Salvatore Adamo. A vida dele não é
um inferno, nem um paraíso, é a vida dele. Adamo nesta representa a canção
francesa. Charles Trenet, “Vouz, qui passe sans me voir”, etc. Muito ouvi
Adamo. 14 – “Discussão”. Tom. Poucas músicas têm um encaixe tão congruente
entre letra e música. E é absolutamente didática e no ótimo sentido. E como
Tom Jobim fez coisa boa. Boa não, ótima e também com Vinicius de Moraes.
"Teresa da Praia", com Billy Blanco, que nos deixou "A banca do Distinto" –
hino contra a soberba. 16 – "Eclipse". Bolero. Agustin Lara. Cantada por
João Gilberto. João pegou músicas antigas e lhes deu merecida notoriedade.
Idem "Farolito", que mostra apenas minha rua deserta. Em espanhol fica mais
bonito. 17 – “Lábios que beijei”. Cantor Orlando Silva. Primeira música
que cantei. (talvez 1941) E tinha esta, “mãos que eu “afazei”. Preciso contar
mais? 18 – “Trocando em miúdos”. fechei bem e com Chico Buarque, o maior
poeta brasileiro vivo. Pena que se desilustre em políticas. Durante muito
tempo a sua “Até Pensei” estava no topo e depois outras do Chico foram se
juntando . E “Blue para Bia” tem tirada romântica de peso e talvez não gostem.
E será pena. E como foi ótimo vê-lo receber o Camões. Lamento não ter falado
em outras músicas e cito dois autores, que me encantam. Orestes Barbosa e seu
“Chão de estrelas” e Jota Faraj. “A deusa da minha rua” e “Professora” com
louco de amor no teu rastro, vagalume atrás de um astro....
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pdaf35@gmail.com
Pedro Franco é médico cardiologista, Professor Emérito UNIRIO. 634
prêmios literários, sendo 25 fora do Brasil; 28 livros publicados/ Em Medicina,
105 publicações. E bisavô. contista, cronista, autor teatral
Conheça um pouco mais de Pedro Franco
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