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Ronaldo Werneck
MACAO MORREU: NÃO MAIS TEMPOS ETÍLICOS
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Soube na tarde de ontem da morte do compositor Jards Macalé (Rio, 03.03.1943
– Rio, 17.11.2025). Macao, o multiartista irreverente, sempre bem-humorado.
Mais um dos grandes que se vai: grande músico, grande violonista, grande
figura. Sua agilidade no violão sempre me lembrou Baden Powell. Fomos amigos
à distância: às vezes nos falávamos pela internet, às vezes nos trombávamos
em eventuais idas minhas ao Rio. A última vez que nos vimos foi há dois anos,
numa tarde do Leme, na velha Fiorentina. Mais uma vez combinamos de ele
voltar a Cataguases para um show: “Verde! A revista Verde: quero voltar lá,
Ronaldo”. Não rolou. E agora não rola mais. A seguir, em homenagem ao amigo
Macao, republico em meu blog, link a seguir, uma crônica de meu livro “Há
Controvérsias 2” sobre sua meteórica e etílica passagem por Cataguases numa
noite de 1981. Eram tempos etílicos, com direito a uma piada engasgada (e
agora totalmente sem graça) de minha parte, ao frango com quiabo da mamãe, a
todos os álcoois e a um inacreditável show vespertino de Macalé,
aplaudidíssimo num Edgard Cine-Teatro totalmente lotado. Vai Macao, vai e
tome aquele velho navio para encontrar o Waly.
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https://ronaldowerneck.blogspot.com/2025/11/macao-morreu-nao-mais-tempos-etilicos.html
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autor: Ronaldo Werneck
Ronaldo Werneck, poeta e escritor MG
https://ronaldowerneck.blogspot.com/
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