01/12/2025
Ano 29 - Nº 1.485



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Ronaldo Werneck



MACAO MORREU: NÃO MAIS TEMPOS ETÍLICOS


Ronaldo Werneck - CooJornal

Soube na tarde de ontem da morte do compositor Jards Macalé (Rio, 03.03.1943 – Rio, 17.11.2025). Macao, o multiartista irreverente, sempre bem-humorado. Mais um dos grandes que se vai: grande músico, grande violonista, grande figura. Sua agilidade no violão sempre me lembrou Baden Powell. Fomos amigos à distância: às vezes nos falávamos pela internet, às vezes nos trombávamos em eventuais idas minhas ao Rio. A última vez que nos vimos foi há dois anos, numa tarde do Leme, na velha Fiorentina. Mais uma vez combinamos de ele voltar a Cataguases para um show: “Verde! A revista Verde: quero voltar lá, Ronaldo”. Não rolou. E agora não rola mais. A seguir, em homenagem ao amigo Macao, republico em meu blog, link a seguir, uma crônica de meu livro “Há Controvérsias 2” sobre sua meteórica e etílica passagem por Cataguases numa noite de 1981. Eram tempos etílicos, com direito a uma piada engasgada (e agora totalmente sem graça) de minha parte, ao frango com quiabo da mamãe, a todos os álcoois e a um inacreditável show vespertino de Macalé, aplaudidíssimo num Edgard Cine-Teatro totalmente lotado. Vai Macao, vai e tome aquele velho navio para encontrar o Waly.

Link para o blog: https://ronaldowerneck.blogspot.com/2025/11/macao-morreu-nao-mais-tempos-etilicos.html


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Ronaldo Werneck,
poeta e escritor
MG
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