
À criança que fui

Pela inocência perdida e insuprível, Pela espontaneidade
irreprimível, Pelo encanto da súbita expressão, Pelo gesto solidário
inesperado, Hoje choro esse eu, desfeiteado Pelo perturbado dom do
coração!
À criança que fui peço perdão por tudo o que depois se
passou.
Eugénio de Sá
meugesa1@gmail.com

Revista Rio Total
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