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Ressonância Magnética Cardíaca:
quando ela faz a diferença!

Dra. Luciana Vieira Machado Pereira
Você já ouviu falar da ressonância magnética do coração?
Esse
exame é um dos métodos mais completos para investigar doenças cardiovasculares –
ele permite “enxergar” o coração em movimento, avaliar a estrutura, a função e
até os tecidos, sem uso de radiação.
Principais indicações:
Avaliar miocardiopatias (como a dilatada, hipertrófica ou infiltrativas, tipo
amiloidose)
Investigar miocardites e cicatrizes de infarto
Estudar malformações congênitas complexas
Verificar a viabilidade do
miocárdio antes de procedimentos de revascularização
Analisar pericárdio
em casos de pericardite ou pericardite constritiva.
Contraindicações:
Pacientes com marcapasso não compatível, desfibriladores antigos, certos tipos
de clipes cirúrgicos ou fragmentos metálicos podem impedir a realização o exame.
Além disso, pessoas com claustrofobia importante podem ter dificuldade – embora
existam alternativas para isso.
Limitações: Apesar de extremamente
detalhada, a ressonância tem custo mais alto, menor disponibilidade e depende de
equipamentos modernos e equipes treinadas. Além disso, nem sempre substitui
outros exames, como o ecocardiograma ou o cateterismo.
Em resumo:
A RM
cardíaca é uma ferramenta poderosa, mas deve ser usada no contexto clínico certo
e com indicação precisa.
Consulte sua cardiologista e mantenha seus
exames em dia.
Dra. Luciana Vieira Machado Pereira Cardiologia CRMMG 26.571 - RQE 24.633

Direção e Editoria
Irene Serra
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