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18/05/2012
Ano 15 - Número 787

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"Amigo da Cultura"


ARQUIVO AMORIM

Luiz Carlos Amorim
em Expressão Poética

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Luiz Carlos Amorim
360 DIAS DAS MÃES
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Está chegando o Dia das Mães, um
dia para lembrarmos que devemos reverenciar a mulher mais importante da nossa
vida todos os dias, qualquer dia, sempre. Precisamos, antes de qualquer coisa,
estarmos presentes, dar-lhe carinho, manifestar nosso respeito, nosso
reconhecimento e nosso amor. Não apenas nesta data específica, nesta semana,
mas sempre. Nada é mais importante do que a companhia, a presença tanto quanto
possível, não interessa a idade que os filhos tenham.
Mas é tradição, para nós, filhos, darmos uma lembrança a ela, no seu dia, além
de manifestar o sentimento que ela inspira em cada um. Comprar presente,
sabemos, é uma questão de consumo, o comércio inventou essas datas
comemorativas para vender mais. É que já virou tradição, já nos habituamos a
dar um presente às Mães, no seu dia, tão bom quanto possamos dar. É uma outra
maneira de dizer que ela é importante para nós, é uma maneira de homenageá-la,
de provar que pensamos nela.
Outro dia, dizia eu a uma amiga que minha vida é e sempre foi povoada por
mulheres maravilhosas. E ela me disse que eu agradecesse a Deus por isso, o
que é mais do que justo. Tive avós fantásticas, até uma avó postiça que ganhei
nessas lidas literárias que a vida me proporcionou, professoras, minha esposa,
minhas filhas, minha mãe, mulheres maravilhosas que talvez eu nem merecesse.
Minha mãe, claro, é quem esteve mais presente, pois me acompanha a vida
inteira. Acho que no dia dela, quem ganha o presente, na verdade, somos nós,
os filhos, por tê-las. O que somos, temos que reconhecer, devemos a elas, pois
é com elas que passamos o maior tempo de nossas infâncias e adolescências, são
elas que nos ensinam o que devemos saber para enfrentar o mundo dos adultos.
Por tudo o que ela representa, deveríamos dar-lhe um grande, enorme presente.
Mas se não pudermos comprar nenhum presente – e isso pode acontecer com muitos
filhos – que presente então lhe dar, a não ser nosso respeito, todo carinho e
amor e uma pequena flor, gigante como ela própria? Sim, uma flor – símbolo
incontestável do sentimento maior que ela nos inspira, junto com o abraço
forte e o beijo grande, repletos de carinho e emoção.
Mãe – a vida se repartindo, coração se avolumando, amor se multiplicando...
Todos os dias são seus, toda a vida lhe pertence; a natureza, perfeita, é sua
irmã gêmea. E nós te festejamos, hoje e todos os dias.
(18 de maio/2012)
CooJornal nº 787
Luiz Carlos
Amorim,
escritor, poeta e editor
Coordenador do
Grupo
Literário A ILHA
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lc.amorim@ig.com.br
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