| Luiz Carlos Amorim
2003 – O ANO DA ESPERANÇA |
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Na crônica de Ano Novo do ano passado, dizia eu que o ano de 2001, um ano ruim,
arrastou-se, mas finalmente acabou. E chegava um novo ano, 2002, repleto de
esperança, com a responsabilidade de ser melhor do que o anterior. E estava
certo.
Mas este ano que agora inicia, 2003, é o ano da esperança. Em 2002 pudemos
exercitar o nosso direito de cidadania, o nosso direito de tentar mudar os rumos
deste nosso Brasil.
Então, este novo ano traz a marca da renovação, da mudança, da certeza de que as
coisas podem ser melhores, de que podemos provocar mudanças, de que essas
mudanças começam em nós e podem trazer, oxalá, condições de vida mais dignas
para todos.
E essa esperança de um futuro melhor, de prosperidade e dignidade não nos deixa
esquecer de que precisamos cultivar uma coisa não menos importante: a paz.
Precisamos plantar, cultivar e disseminar a paz, sem a qual todo o resto, até a
esperança, será em vão. E sabemos que nós somos o instrumento da paz, os
construtores da paz, os responsáveis pela sua existência e permanência.
Não podemos contar com uma transformação instantânea, com a correção dos erros
do passado em um piscar de olhos. Temos que participar da renovação, com
solidariedade e honestidade, cobrando nossos direitos e cumprindo nossos
deveres.
Acabamos da sair de uma era de corrupção e mentiras e esperamos estar entrando
em uma nova era, esta de transparência e verdade. Impossível? Este é o ano da
esperança e não haverá esperança se não sonharmos com um futuro melhor. Temos
que trabalhar e contribuir para que possamos trilhar novos caminhos.
(01 de fevereiro/2003)
CooJornal no 300
Luiz Carlos
Amorim,
escritor e poeta, Coordenador do Grupo
Literário A ILHA
Editor e Webmaster do portal Prosa,
Poesia & Cia.
lzamorim@terra.com.br
Joinville, SC